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OS DISCÍPULOS, O BRASIL, O CUMPRIMENTO DAS ESCRITURAS E A NOSSA FÉ


OS DISCÍPULOS, O BRASIL, O CUMPRIMENTO DAS ESCRITURAS E A NOSSA FÉ

“Contudo, eles ainda não haviam entendido que, de acordo com a Escritura, era necessário que Jesus ressuscitasse dos mortos” (João 20.9).

O que tem a ver este versículo com o título deste artigo? Muito! Estamos acostumados aos noticiários sobre corrupção, violência, injustiça e tantos outros males que assolam nosso país. No entanto, desde o mensalão, isso tomou proporções maiores e tem nos deixados um pouco mais perplexos.

Não bastasse tudo isso, desde ontem fomos visitados por uma onda ainda maior de notícias desestabilizadoras de nossas instituições e sociedade. Apesar dos três anos de ministério de Jesus, do convívio com ele, ouvindo seus ensinos – e repetidas vezes ele falou da necessidade de morrer e ressuscitar -; quando chega o momento eles não estão preparados, não entendem, o abandonam, voltam às suas casas, às suas redes de pescar. Creio que tudo isso tem uma mensagem poderosa para nós nesse momento: Nossa fé no cumprimento das Escrituras conforme profetizado por Cristo deve nos sustentar e nos colocar acima das circunstâncias, com algumas posturas:

1. Descanso, fé e tranquilidade. Há um Deus trabalhando, independentemente daquilo que nossos olhos estão vendo; independentemente dos resultados e consequências daquilo que está acontecendo no país.
2. Não podemos ceder abandonando uma postura ética e moral a favor do país e suas instituições. A igreja de Cristo orou! O povo de Deus orou pedindo uma intervenção divina! Aí está! Não importa o preço que tenhamos que pagar, o caminho deve ser o da correção, o da punição de culpados pelas autoridades competentes, independentemente de partidos, ideologias.
3. Continuemos a buscar ao Senhor por nossa nação: “E se esse meu povo, que se chama pelo meu Nome, se humilhar, orar e buscar a minha face, e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e seus erros e curarei a sua terra” (2 Cr 7.14).
4. Proclamemos Cristo como a única solução definitiva para os problemas do país. Uma verdadeira solução não passa pelo Palácio do Planalto, pelo Congresso, pelo STF; mas pelos púlpitos de nossas igrejas. Púlpitos avivados, pregando contra o pecado e o amor de Deus a favor do pecador, sob a unção total do Espírito Santo de Deus será a solução para este país (João 8.32, 36; 2 Co 5.17).

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