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O DEUS SUPREMO (DOS CÉUS E DA TERRA) E OS DEUSES (ÍDOLOS).


O DEUS SUPREMO (DOS CÉUS E DA TERRA) E OS DEUSES (ÍDOLOS).

"Por esse tempo houve um não pequeno alvoroço acerca do Caminho. Porque certo ourives, por nome Demétrio, que fazia da prata miniaturas do templo de Diana, proporcionava não pequeno negócio aos artífices, os quais ele ajuntou, bem como os oficiais de obras semelhantes, e disse: Senhores, vós bem sabeis que desta indústria nos vem a prosperidade, e estais vendo e ouvindo que não é só em Éfeso, mas em quase toda a Ásia, este Paulo tem persuadido e desviado muita gente, dizendo não serem deuses os que são feitos por mãos humanas. E não somente há perigo de que esta nossa profissão caia em descrédito, mas também que o templo da grande deusa Diana seja estimado em nada, vindo mesmo a ser destituída da sua majestade aquela a quem toda a Ásia e o mundo adoram" (Atos 19.23-27).

É impressionante este relato dos problemas enfrentados por Paulo e seus obreiros em Éfeso, por causa da pregação do evangelho e sua grande aceitação, e a consequente ameaça à deusa Diana, ou Ártemis, que neste caso, figuradamente, representa todos os deuses pagãos, ídolos, imagens e cultos idólatras existentes através dos séculos e milênios.

VEJA AS GRANDES DIFERENÇAS:

1. Os deuses pagãos, imagens e idolatrias sempre estão ligados a alguma atividade econômica da sociedade à qual pertencem (v 24, 25, 27);

2. Sua "divindade" sempre depende do reconhecimento dos homens (v 26, 27);

3. Sua honra e glória estão sempre ameaçadas diante da possível rejeição das pessoas; precisando ser defendida por estas (v 26, 27);

4. Sua "glória" se restringe somente aos templos, santuários e nichos. Se estes deixarem de existir ela acaba (v 27, 28);

5. Sua existência depende do homem continuar a fabrica-los. Se o homem parar de fabricá-los, eles deixam de existirem (v 24, 27).

POR ISSO, TÃO BEM DECLAROU PAULO AOS ATENIENSES:

"O Deus que criou o Universo e tudo o que nele existe é o Senhor dos céus e da terra, e não habita em santuários produzidos por mãos humanas. Ele também não é servido pelas mãos dos homens, como se precisasse de algo, porquanto Ele mesmo concede a todos a vida, o fôlego e supre todas as nossas demais necessidades. De um só homem fez Deus todas as raças humanas, a fim de que povoassem a terra, havendo determinado previamente as épocas e os lugares exatos onde deveriam habitar. Deus assim procedeu para que a humanidade o buscasse e provavelmente, como que tateando, o pudesse encontrar, ainda que, de fato, não esteja distante de cada um de nós: ‘Pois nele vivemos, nos movimentamos e existimos’, como declararam alguns de vossos poetas: ‘Porquanto dele também somos descendentes’. (Atos 17.24-28).

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