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DOIS DESAFIOS OPOSTOS


DOIS DESAFIOS OPOSTOS
Ao contrário, revesti-vos do Senhor Jesus Cristo; e não fiqueis idealizando como satisfazer os desejos da carne (Romanos 13.14).

Paulo está concluindo os capítulos doze e treze, onde diversos desafios são apresentados aos crentes como consequência da solução universal do problema do pecado de judeus e gentios através, exclusivamente, da justificação pela fé no sacrifício de Cristo.

Ele inicia fazendo um apelo à santificação, onde devemos fazer de nossas vidas um “sacrifício vivo” a ser apresentado continuamente no altar do Senhor, que é nossa não conformidade ao mundo, mas uma transformação permanente na busca da vontade “boa, agradável e perfeita de Deus”. Continuando, ele fala que podemos fazer isso através da humildade e do serviço contínuo que devemos prestar uns aos outros através dos dons que recebemos, numa edificação mútua; mas, acima de tudo, exercendo o dom supremo do amor em todas as esferas da vida, derrotando o mal, tal como fizera Cristo em absoluta submissão ao Pai.

Não escapa, aos olhos do apóstolo, uma vida social regada e controlada por este “Espírito de Cristo”, cuja consequência será submissão às autoridades constituídas, honestidade, justiça em todas as áreas da vida e proatividade em favor do bem comum.

É, então, que ele fecha com este versículo apresentando dois desafios opostos ao crente. Em vez de ceder, abrir brechas à carne, às suas paixões como ele fala nos versículos doze e treze: “”abandonemos as obras das trevas”; “não em orgias e bebedeiras, não em imoralidade sexual e depravação, não em desavenças e invejas”; e que no quatorze ele chama de “idealizar como satisfazer os desejos da carne”; ele apresenta um caminho totalmente contrário, mostrando um outro desafio ao crente: “discernir o tempo que vivemos”; “é hora de despertarmos do sono”; “nossa salvação está mais próxima” (v 11); “a noite vai passando e o dia logo alvorecerá”; “revistamo-nos da armadura da luz” (v 12); “vivamos de modo decente, como em pleno luz do dia”; “revesti-vos do Senhor” (v 14).

Amados, aí estão dois desafios opostos como tão bem ilustrou o mesmo apóstolo escrevendo aos crentes gálatas: “Porquanto a carne luta contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne. Eles se opõem um ao outro, de modo que não conseguis fazer o que quereis” (Gl 5.17). Mas, como também escreveu este mesmo servo do Senhor: “Contudo, se sois guiados pelo Espírito, já não estais subjugados pela Lei” (Gl 5.18); e, ainda: “Portanto, vos afirmo: Vivei pelo Espírito, e de forma alguma satisfareis as vontades da carne!” (Gl 5.16).

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